Contrato de manutenção de ar-condicionado para condomínios: áreas comuns sempre confortáveis

Condomínio tem um “termômetro” que nunca falha: quando o ar-condicionado das áreas comuns dá problema, o grupo do prédio vira um festival de notificação.

Portaria quente, academia abafada, salão de festas pingando no forro… tudo isso vira reclamação, desgaste com moradores e urgência.
A solução mais inteligente é simples: contrato de manutenção.

O contrato de manutenção de ar-condicionado para condomínios da INFOCLIMA serve para:

Estamos em Pinheiros, com fácil acesso ao lado do Metrô Faria Lima (Linha Amarela) — atendimento em São Paulo e região.

Onde normalmente existe ar-condicionado em condomínio (e onde mais dá problema)

A climatização costuma estar nas áreas comuns:

E os problemas mais comuns aparecem exatamente porque são áreas:

Contrato serve para quebrar esse ciclo.

Por que contrato compensa em condomínio

Contrato não é “gasto extra”. É previsibilidade.

O que ele evita:

Quer reduzir reclamação e ter rotina organizada? A INFOCLIMA monta o contrato de acordo com o tamanho e o uso do seu condomínio.

O que entra em um contrato de manutenção para condomínios

Um bom contrato tem três pilares:

Na prática, pode incluir:

Planos de contrato INFOCLIMA

Plano Essencial (Preventiva)

Para condomínios com uso moderado e foco em manter tudo em dia:

Plano Padrão (Preventiva + corretiva com prioridade)

Para áreas comuns com uso maior e necessidade de resposta mais rápida:

Plano Premium (Alta criticidade / documentação e estabilidade)

Para condomínios com muitas áreas comuns, alta demanda e necessidade de documentação robusta:

Me diga quantas áreas comuns têm ar, quantos equipamentos e como é o uso. A INFOCLIMA monta a proposta ideal.

O que mais derruba ar-condicionado em áreas comuns

Sujeira e falta de rotina

Sistema sujo perde eficiência e aumenta consumo.

Dreno entupido ou mal planejado (goteira)

Em condomínio isso vira dano em forro e pintura. Preventiva evita.

Uso intenso sem descanso

Portaria e academia costumam usar muito. Sem manutenção, a falha chega mais cedo.

“Todo mundo chama técnico no verão”

Sem contrato, vira fila. Com contrato, você tem prioridade.

Equipamentos em fachada, laje e locais altos

Muitos condomínios têm condensadoras em:

Esses casos pedem técnica e segurança (às vezes acesso por corda).

Seu condomínio tem condensadoras na fachada? A INFOCLIMA faz avaliação técnica e orienta o melhor método

PMOC em condomínio: quando entra e por que ajuda

Se o condomínio possui áreas comuns climatizadas com circulação de pessoas, pode haver exigência ou recomendação de PMOC, dependendo do contexto e do tipo de ambiente.

O contrato ajuda porque mantém:

Como funciona o contrato na prática

Diagnóstico inicial

Levantamento de equipamentos, áreas atendidas, uso, acessos e histórico de problemas.

Definição de periodicidade e escopo

A periodicidade é definida pela realidade: uso, fluxo e criticidade.

Execução programada + relatórios

Visitas com checklist, limpeza técnica e registros.

Corretivas com prioridade

Quando dá problema, o condomínio não fica “no fim da fila”.

Ajustes ao longo do tempo

Contrato bom estabiliza o sistema e reduz ocorrências.

Quanto custa um contrato de manutenção para condomínio?

O valor varia conforme:

Por que escolher a INFOCLIMA (Pinheiros, Metrô Faria Lima)

Condomínio precisa de previsibilidade, organização e atendimento que não vira bagunça.

A INFOCLIMA entrega:

Dúvidas Frequentes

O que entra no contrato de manutenção para condomínio?

Entra um pacote de gestão + técnica: inventário dos equipamentos, cronograma de preventivas, checklists (filtros, serpentinas, dreno/bandeja, ventiladores, elétrica, ruídos/vibração, vazão/temperatura), ajustes e pequenos reparos quando previstos, além de relatórios por visita e histórico para a administradora.

Pode ser só áreas comuns (mais comum) ou um modelo híbrido: áreas comuns + unidades sob demanda (com tabela de valores/condições e agendamento centralizado). Isso evita bagunça e dá previsibilidade pro síndico.

Depende de uso e fluxo:

Os dois modelos existem. O mais forte é: preventiva inclusa + corretiva com prioridade (SLA) e regras claras (mão de obra com desconto/pacote de horas; peças à parte). Contrato só preventiva é mais barato, mas te deixa exposto quando dá ruim no calor.

Sim — contrato pode definir ambientes críticos e prioridade de atendimento (portaria/CPD/academia). Isso vira regra do jogo: quem é crítico entra primeiro.

Contrato bom inclui limpeza técnica, não só filtro: serpentina, bandeja/dreno, ventiladores/turbina quando aplicável, inspeção da condensadora, reapertos e testes. “Só filtro” é manutenção cosmética e não evita pane nem goteira.

Prevenção é trio: dreno limpo e com caimento, bandeja em ordem e isolamento correto das tubulações (e vedação do ponto de passagem). No contrato, a rotina inclui: limpeza de dreno, teste de escoamento, checagem de inclinação, inspeção de bandeja e sinais de umidade antes de virar infiltração cara.

Sim. E isso muda o checklist: cassete e piso-teto pedem atenção a bandeja/bomba de dreno (quando existe), dutado envolve retorno/dutos/filtragem, e multi-split exige checagens por circuito e balanceamento de operação.

Se o sistema atende ambientes de uso coletivo (áreas comuns com circulação), é bem comum existir exigência de rotina organizada por PMOC/qualidade do ar conforme o enquadramento. Na prática: condomínio que quer evitar dor de cabeça com fiscalização e saúde do ambiente costuma tratar PMOC como “padrão de governança”, não como opcional.

Sim. Relatório por visita com o que foi feito, status, pendências, recomendações, fotos quando necessário e histórico por equipamento/área. Isso facilita prestação de contas e decisões de troca/upgrade.

Primeiro vem a parte chata (e importante): validar acesso e segurança. Depois, manutenção com equipe preparada, EPIs e método definido (escada, plataforma, acesso técnico ou corda, conforme o local). Em contrato, isso precisa estar escrito: o que está incluso, limites de acesso e condições.

Pode ser previsto, sim — mas entra como condição especial (técnica e de segurança). Alguns casos exigem equipe/habilitação específica e autorização do condomínio.

Contrato bem desenhado tem prioridade + plano de contingência: triagem rápida, visita técnica e correção. Se for peça, entra prazo de fornecimento — por isso o contrato pode prever estratégia para ambientes críticos (redundância, recomendação de troca preventiva, etc.).

É o “raio-X” do condomínio: levantamento de equipamentos, estado, capacidade, instalação (dreno/isolamento/caimento), acesso, criticidade por área e definição de periodicidade. Daí sai o plano e o cronograma.

Sim — logística mais curta geralmente significa agenda mais rápida para preventivas e melhor resposta em corretivas.

Sim. Dá para personalizar por quantidade, tipo de equipamento, acesso (fachada/forro), criticidade e periodicidade — e isso reflete direto no valor e no SLA.