Ar-condicionado em empresa é igual internet: ninguém lembra que existe… até o dia que para e vira caos.
A diferença entre “apagar incêndio” e ter um sistema confiável é simples: manutenção programada com contrato.
O contrato de manutenção de ar-condicionado para empresas da INFOCLIMA serve para:
Estamos em Pinheiros, com fácil acesso ao lado do Metrô Faria Lima (Linha Amarela) — atendimento em São Paulo e região.
Contrato não é “pagar por nada”. É pagar para evitar:
Manutenção programada mantém o sistema funcionando no “modo normal”, e não no “modo crise”.
Um bom contrato tem três pilares:
Na prática, o contrato pode incluir:
Se você se encaixa em um desses cenários, contrato costuma ser a melhor escolha:
Ideal para quem quer manter tudo em dia e evitar emergência.
Inclui:
Para empresas que querem preventiva e também suporte mais rápido quando dá problema.
Inclui:
Para quem precisa de controle mais forte e documentação mais organizada.
Inclui:
Quer uma proposta rápida? Escolha o plano mais adequado para sua empresa e nos informe: segmento + quantidade de equipamentos + horário de uso. A INFOCLIMA monta o plano ideal.
Para muita empresa, o contrato é o jeito mais prático de manter:
Se o seu cenário exige ou recomenda PMOC, o contrato vira o motor que mantém o plano vivo.
Sistema sujo perde eficiência e aumenta consumo.
Manutenção preventiva evita aquela goteira que estraga forro e parede.
Em comércio e academia, o ar trabalha pesado. Sem rotina, ele “cobra” depois.
Todo mundo chama técnico ao mesmo tempo. Com contrato, você tem prioridade.
Levantamos:
Montamos o plano conforme uso e criticidade.
Visitas programadas, checklists e histórico.
Contrato bom é vivo: adapta periodicidade, corrige pontos críticos e estabiliza o sistema.
O valor varia conforme:
Me mande quantidade de equipamentos + segmento + bairro + fotos do local. A INFOCLIMA retorna com proposta sob medida.
Contrato precisa de duas coisas: técnica + consistência.
A INFOCLIMA entrega com método:
Quer tirar dúvidas? Fale com a INFOCLIMA.
Normalmente entra: inventário dos equipamentos, cronograma de preventivas, checklist técnico (filtros, serpentinas, dreno/bandeja, ventiladores, elétrica, vazão/temperatura), relatórios, recomendações e, se for caso de empresa/uso coletivo, organização de documentos para PMOC/QAI.
Depende do uso: locais com alta circulação (clínica, academia, restaurante, comércio) tendem a pedir mensal ou bimestral; escritório comum costuma ficar bem com bimestral ou trimestral; quanto mais poeira/uso contínuo, mais curta deve ser a periodicidade.
Pode ser dos dois jeitos. O modelo mais inteligente é: preventiva inclusa + corretiva com prioridade (mão de obra com desconto e peça à parte, ou um pacote de horas). Contrato “só preventiva” funciona, mas você fica exposto justo quando o equipamento resolve morrer no calor.
Em contrato, dá para definir SLA/prioridade de atendimento (ex.: janela de atendimento mais rápida em dias úteis e plano de contingência no verão). Prioridade não é teletransporte: depende de acesso ao local e disponibilidade, mas contrato bem desenhado te coloca na frente da fila.
Sim — manutenção bem feita reduz esforço do sistema (filtro, serpentina, ventilação e drenagem em ordem), o que tende a melhorar eficiência. Mas economia “de verdade” vem do combo: BTU correto + instalação correta + manutenção.
Depende do pacote. Eu sou bem direto aqui: só filtro é “contrato de fachada”. O ideal inclui limpeza técnica (serpentina, turbina/ventilador quando aplicável, bandeja/dreno, inspeção de condensadora e reapertos/checagens).
Em geral, para sistemas de climatização de uso coletivo em edifícios públicos e privados, a legislação exige rotina de manutenção organizada via PMOC. O enquadramento exato depende do seu cenário (tipo de sistema/uso), mas empresa com circulação de pessoas costuma cair nessa obrigação.
Sim. O contrato pode nascer já “PMOC-ready”: cronograma, checklists, registros, ART/responsável técnico quando aplicável, e rotinas de Qualidade do Ar Interior (QAI) (ex.: medições/relatórios conforme exigências e boas práticas).
Sim — e nesses lugares o contrato costuma ser mais “forte”: periodicidade menor, cuidado com higiene e, no caso de restaurante, atenção extra a gordura/particulados e troca/limpeza mais frequente de componentes.
Você aciona a corretiva com prioridade do contrato: triagem rápida, visita técnica e plano de contenção. Se for peça, entra o fator “prazo de fornecimento”, então o contrato pode prever estratégia de risco (equipamentos críticos, redundância, prioridades por área).
Sim. Contrato pode cobrir tanto splits quanto sistemas mais “de projeto” (cassete, piso-teto, dutado e multi-split), com checklist e periodicidade ajustados ao tipo de equipamento e acesso.
Sim — e isso é ouro para empresa/administradora: relatório por visita com o que foi feito, status do equipamento, fotos quando necessário, pendências, recomendações e histórico para auditoria/gestão.
Pode, mas precisa ser combinado em contrato: condições de acesso, autorização do condomínio/cliente, e requisitos de segurança. (Em alguns casos, pode envolver equipe/estrutura específica.)
Primeiro passo é “mapear o campo”: levantamento de equipamentos, estado geral, condições de instalação, pontos de drenagem, acesso, e definição de criticidade por ambiente. Daí sai o plano de manutenção e o cronograma.
Sim — quando a base operacional está na região, a logística tende a ser mais rápida (especialmente para preventivas recorrentes e corretivas com prioridade).
Sim. Dá para montar por número de máquinas, capacidade (BTUs/ton), complexidade (altura, dutado, multi), e por criticidade (ex.: áreas que não podem parar).